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O Fim da The Face e da Love Parace
Esta semana li que a revista inglesa The Face vai fechar. Nas bancas desde 1980, quando foi lançada, a publicação deve deixar de circular a partir de maio. Pelo menos foi isso que noticiou o site da BBC. A The Face, ao longo de quase 25 anos, se tornou a bíblia dos modernos e antenados do mundo. No seu auge, nos anos 90, circulava com uma tiragem de mais de 120 mil exemplares. Ultimamente, não sai das prenssas com mais de 20 mil. Uma pena, pois foi nas páginas da The Face que ví surgir alguns dos mais importantes movimentos culturais e musicais dos últimos anos. Essa febre de música eletrônica que toma conta do mundo, começou a engatinhar na The Face. Ainda nos anos 80 a revista dedicou generoso espaço a alguns DJ's ingleses que começavam a dar seus primeiros paços em direção a essa indústria bilionária que envolve venda de cd's, emprega músicos e produtores, lota os superclubs pelo mundo e, claro, dá trabalho a milhares de DJ's. Era o tempo da Acid House e das primeiras Raves, onde o Ecstasy também começava a ganhar fama.
Também foi na The Face que as supermodels ganharam fama. Claro, já existiam as Vogues e Marrtie Claires da vida, mas a abordagem da The Face era outra. Envolvia não só moda, mas também arte e conceito, com isso os editoriais da revista ganharam fama e não havia estilista no mundo que não quisesse ter suas peças mostradas nas páginas da revista. Lembro que o editorial com a top brasileira Shirley Malman para Alexander Mcqueen, em 1997, tornou-se célebre. As fotos foram trucadas por computador e a modelo aperecia com o corpo perfurado por pregos, alfinetes e outros objetos ponte-agudos. Um susto!
Nas páginas da The Face desfilavam política, moda, música, cinema, todas as formas de arte e as últimas tendências de qualquer coisa. Uma verdadeira revista de variedade e comportamento. Em suas capas foram vistos: Gisele Büdchen, Alec Wek, Chemical Brothers, Air, Underworld, Boy George, Tony Blair, Elisabeth II e até mesmo Bin Laden... eclética? Não. Ousada!
Mas infelizmente essa história vai ter um final melancólico. Não suportando mais a concorrência de revistas dedicadas às celebridades, como a OK! (a Caras inglesa) e outras publicações sobre música eletrônica, como Mixmag, DJ e Beat, a The Face pára suas prenssas e sai de cena. A menos que, milagrosamente, apareça alguém com muitas libras esterlinas disposto a investir pesado e manter a revista circulando. Devido à pequena tiragem dos últimos anos e o preço da libra, a The Face raramente estava chegando por aqui. E quando vinha era impossível comprar. Um exemplar custava, para nós, algo em torno de 35 a 40 reais... caríssima, apesar de todo o conteúdo. Ultimamente só nos restava a opção de receber um resumo, por e-mail, se cadastrando no site da revista. Mas até isso agora, pelo jeito, não vai ser mais possível.

Outra notícia que deixou os seguidores da música eletrônica passados esta semana, foi sobre o fim da lendária Love Parade. A parada que acontecia anualmente em Berlim, parece que este verão não vai se repetir. Os organizadores alegam os altos custos e o retorno quase zero. Desde o começo dos anos 90 a parada vinha acontecendo e arrastando, em média, 1,5 milhão de clubbers para as ruas da capital alemã. O problema é que a prefeitura da cidade decidiu não arcar mais com as despesas de desvio de trânsito, segurança e instalações sanitárias para o evento. Os patrocinadores alegam que já gastam muito com a divulgação, para trazer os DJ's de vários países para tocar nos gigantescos carros e com outros detalhes de infra-estrutura.
A Love Parade entrou para a história como um dos maiores eventos de música do mundo e gerou filhos. Hoje existem paradas similares em cidades como Zurich, Varsóvia, Viena, Joahanesburgo, Tel-a-Viv, São Francisco e Cidade do México. Até São Paulo tem sua versão da Love Parade, é a Parada da Paz que acontece sempre em outubro em volta do Parque dop Ibirapuera. Mas a principal delas corre o risco de sair de cena por falta de grana.
Uma pena para os seguidores da música eletrônbica que tem a oportunidade de dançar nas ruas ao som de DJ's famosos como Fat Boy Slim, Paul Oakenfold, Armand Van Helder e outros.
Escrito por Nivaldo às 22h31
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O Suicídio de Britney
Desde ontem circula a notícia de que Britney Spears é a mais nova celebridade envolvida em uma calorosa polêmica. Lembro agora quando essa menina apareceu na cena musical. Mal conseguiu emplacar o primeiro sucesso já afirmava que iria tomar o lugar de Madonna (pretenciosa, ela!). Doce ilusão...
Pois bem, o tempo passou, ela beijou Madonna na boca, foi protagonista do casamento mais rápido da história do show biz e agora volta às manchetes no centro de uma polêmica que promete muito pano pra manga.
Antes de entrar nessa questão, queria relembrar que Madonna, pautou sua carreira por polêmicas. A cada disco ela vinha com uma. Brigou com os puritanos americanos logo no início da carreira ao cantar "Like a Virgin" e "Material Girl". Pisou em terreno perigoso ao afrontar a igreja por duas vezes: quando lançou "Papa Don’t Preach" (nada a ver com o Papa, mas a música falava em aborto) e quando lançou "Like a Prayer" e seu polêmico clip, onde beijava um santo negro na boca que se transformava em homem. E aínda quando lançou "Erotica" e "Sex" no começo dos anos 90.
Pois Britney parece mesmo determinada a, se não tomar o lugar de Madonna (o que é impossível), pelo menos pisar no mesmo terreno que a rainha da música pop já pisou. Só que, para garantir um lugar no Olimpo destinado às Deusas do quilate de Madonna, Billy Holyday, Sarah Voughan ou a novata Beyoncé, eu diria que, dessa vez, ela foi longe de mais.
Britney Spears, em seu novo clip, ainda inédito e já censurado pela sempre condescendente MTV americana, simula cenas de suicídio. A queridinha da América aparece em “Everytime”, afundando em uma banheira, com os pulsos cortados e sangrando.
A notícia da gravação das cenas, acendeu a fúria de pais de adolescentes que temem a influência da cantora sobre seus fãs. Estão cobertos de razão. Britney foi tachada de estúpida e irresponsável pelas imprensas britânica e americana e prometeu reeditar as cenas que, originalmente mostravam um suicídio por ingestão de tranqüilizantes... básica ela, não?
O assessor da cantora teria dito ao jornal Inglês "The Sun"que ela estava “desconfortável com o roteiro do vídeo” e que teria “decidido retirar a cena que poderia ser percebida como referência ao suicídio”.
Mas não é o que parece: o mesmo jornal publicou ontem em Londres, as primeiras imagens de “Everytime” em que ela aparece com os pulsos cortados, closes em gotas de sangue escorrendo pelos braços e afundando numa banheira cheia de água turva.
Na versão final, que vai ser lançada ainda este mês, Britney é uma celebridade assombrada pelo assédio de paparazzis e fãs. Transtornada, atira um vaso contra um espelho, se despe e entra no banho. Na seqüência, percebe os pulsos cortados e mergulha aos poucos, perdendo a consciência.
Na cena seguinte é vista correndo por um túnel em direção a uma luz forte e brilhante (Caroline, run to the light... lembram?). A cantora então passa por uma experiência fora do corpo e vê para-médicos tentando reanimá-la, em vão.

Bom, de qualquer forma a polêmica está lançada. Segundo o jornal, um estudo rescente descobriu que, o mau exemplo dos suicídios de celebridades são 14 vezes mais nefastos que os de pessoas comuns, porque inspiram um número maior de mortes. Quando Marilyn Monroe tomou sua overdose de barbitúricos em 1962, houve um aumento de 12 por cento nos suicídios registrados no mesmo mês.
Será que teremos uma avalanche de “teenscídios” nos próximos meses? Espero, sinceramente, que não. Essa menina deveria procurar garantir espaço nas manchetes de jornais e revistas, nas rádios e TV’s de forma mais saudável. Polêmica é sempre bacana e bem vinda porque nos leva à discussão. Mas se ela quer tanto seguir os passos de Madonna, deveria usar a mesma arma que sua musa utiliza com tanta propriedade: a inteligência.
Escrito por Nivaldo às 00h33
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EKG, Techno e outras baladas

Prepare seu coração, pois nesse fim de semana tem "Electrokardiograma" pra todo mundo. Gualberto Júnior estréia como produtor de festas na fervilhante cena eletrônica de Teresina, e pelo jeito, estréia com o pé direito. O local, ele me disse, é maravilhoso. Um galpão no centro da cidade, pertinho do “Mercado Velho”, na Lizandro Nogueira.
O Line Up de DJ’s não poderia ser melhor. De Teresina tem Dinelsom e Smiley, Techno e Tech-house da melhor qualidade. De Fortaleza, Gual convidou o Arlequim, velho conhecido de baladas brasilienses, que fixou residência por aqui, onde faz parte do Undergroove e arrasta multidões para onde leva seu Techno bombadíssimo.
Tem tudo pra disparar os corações, por isso vai aqui a dica: leve o número do telefone de seu cardiologista... just in case!
Gual, que já mostrou competência na arquitetura, na cenografia, nas pick-up’s (ei Shy!) e até nos palcos, agora vai mostrar serviço (e dos bons) produzindo a primeira de uma série de festas para agitar ainda mais a noitada teresinense. EKG nesse fim de semana pra acelerar o ritmo cardíaco e não deixar ninguém parado.
Força menino e vamos botar esse povo pra dançar!
Agora mudando o assunto e pra terminar esse post bombado, tomo a liberdade de reescrever um trecho do artigo que Arthur Xexéo publicou ontem no O Globo, é pra morrer de rir.
Gugu Liberato — não sei se vocês se lembram dele, mas é um apresentador de TV que comanda um programa vespertino aos domingos — criou um quadro cultural no “Domingo legal”. Nele, um grupo de artistas compete entre si, dizendo palavras que comecem com uma sílaba sorteada pelo apresentador. Foi ali que Bruno, um dos cantores do KLB — não sei se vocês conhecem, mas o KLB é um grupo vocal formado por três jovens — revelou-se praticamente um intelectual, demonstrando que adolescentes que optam pela carreira artística não precisam necessariamente continuar na escola:
— Uma palavra que comece com a sílaba CE — pediu Gugu
— Ce mente — respondeu Bruno.
Gugu partiu para outra:
— Uma palavra que comece com JU.
— Ju elho!
Não sei não, mas, com tanta sapiência, Bruno ainda acaba convocado para a Academia Brasileira de Letras.
É realmente impressionate a "inteligência" dessa gente, não?
Escrito por Nivaldo às 22h47
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Que Horror!
Gente tá difícil... ligar a tv tem sido, praticamente, uma tortura diária. O noticiário não pára de falar da guerra dos traficantes da Rocinha, no Rio de Janeiro. O secretário de segurança de lá, o tal Anthony Garotinho, parece um bebê chorão, pedindo ajuda ao Governo Federal para que envie tropas do Exército para arrumar a bagunça que a polícia comandada por ele não consegue desfazer. Como se as forças armadas fossem "prêt-à-porter". Enquanto isso, tiros cruzam o céu na noite carioca, como cenas de um filme de guerra, e inocentes morrem. Os traficantes zombam de todos e fazem pouco dos policiais, aparentemente, “comprados” por eles. Ao lado um policial aponta um AR-15 em direção a maior favela da América Latina. A foto é do Globo On Line.
Em Brasília só se fala em sub-procurador de justiça enrolado em esquema de corrupção; Carlinhos Cachoeira; Valdomiro Diniz... ah, e por falar em Diniz, finalmente uma coisa boa aconteceu na inacreditável Celebridade: a chatíssima Maria Clara Diniz foi presa. Pena que foi solta logo em seguida.
Digo inacreditável, porque a cada dia que passa tá mais difícil acreditar na trama do horário nobre.
Não agüento mais ver os planos mirabolantes de Laura funcionarem com a precisão de um relógio suíço. Não é possível que seja tão fácil adquirir uma quantidade absurda de drogas, entocar na bolsa de outra pessoa (no caso um bebê que nem estava na festa), armar uma batida policial, fazer essa pessoa ser presa e, por fim, tripudiar diante do infortúnio da falsa traficante numa cela de delegacia... é de mais! Mas assim mesmo valeu a pena ver a prisão da mais chata heroína que a história da teledramaturgia brasileira já produziu.
Ah, e a saída da prisioneira da Polícia Federal, mediante “hábeas-corpus”? Gente, desde quando um suposto traficante de drogas, sai da delegacia pela porta da frente e é cercado pelos repórteres? Só na cabeça cansada do Gilberto Braga.
Mudando de canal e zapeando pela TV paga também não dá pra achar muita coisa interessante, por incrível que pareça. Se não vejamos. O canal 41 da NET ou SKY é o GNT. É ali que se encontram dois dos mais chatos programas da atualidade. O primeiro é o “Saia Justa”, que apesar de ser comandado com competência pela jornalista Mônica Waldwogel é destruído pela presença ultrapassada da Rita Lee, pelos comentários pseudo-analíticos da quase psicóloga Marisa Orth e enterrado pela participação metida-a-besta da dublê de escritora Fernanda Young e seus comentários preconceituosos e pré-fabricados, que parecem sair da linha de montagem da cozinha do McDonald’s, puro plástico!
O outro programa é o "Manhathan Connection". Esse tem até uma longa folha de prestação de serviços ao assinante. Mas quando integrou o burguês ultra-conservador Diogo Mainardi à equipe comandada por Lucas Mendes, perdeu todo o charme e requinte que nem a presença de Lúcia Guimarães consegue manter de pé. Uma pena!

Mas nem tudo está perdido. A trupe do Casseta e Planeta voltou e as melhores coisas na Televisão, nos últimos dias foram, pela ordem, o casamento do Seu Creysson com a Solange do BBB 4, Hélio de La Peña travestido de Diane dos Santos fazendo um duplo-twist carpado e o desenho “Os Suplicympsons”. Ah, e a prisão de Maria “Chata” Diniz, claro.
Dito isto, quero informar que vou continuar assistindo Celebridade, Saia Justa e Manhathan Connection. No caso da novela, quero ver até onde vai a mente fértil do autor, que agora dá sinais de que os podres da Laura serão, finalmente, descobertos com a interveção do mau-caráter Renato Mendes, como num daqueles passes de mágica capazes de deixar Sigfried & Roy boquiabertos.
Vou continuar vendo o Saia Justa, porque morro de rir. O programa, que tem a pretenção de ser sério, se transforma em palhaçada quando as companheiras de Waldwogel resolvem botar pra fora suas idéias e pensamentos malucos a respeito do cotidiano e da psiqué humana.
E o Manhathan Connection... bem esse aí, realmente é um caso a se pensar. É difícil engolir as opiniões de ultra-direita do Mainard. O cara está sempre de péssimo humor, não concorda com ninguém e detona todo mundo. E eu que pensava que o Paulo Francis e o Arnaldo Jabor eram radicais.
Pra encerrar, socorro!!!
Até a Ana Maria Braga resolveu começar seu programa de hoje citando Milôr Fernandes, e discutindo a questão da violência no Rio. Onde está meu controle remoto?
Escrito por Nivaldo às 07h50
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Madonna Reinventada

Re-Invention: nova turnê e polêmica à vista
Ela está de volta à estrada. Madonna começa no dia 24 de maio sua nova turnê, batizada de “Re-Invention Tour". O primeiro show vai acontecer em Los Angeles, de onde ela segue para mais 11 cidades americanas, até embarcar com o show para a Europa.
Os espetáculos ainda estão em fase de ensaios mas a nova viagem musical da mega-star da música pop já gera controvérsias.
Madonna já anunciou que não faz shows às sextas-feiras

Seguidora da Cabalah, estudo místico judaico, ela não quer trabalhar no dia sagrado e de descanço dos judeus e disse a seus agentes para não marcar nenhum show para as noites de sexta, quando começa o Sabath.
Não, ela não se converteu, apenas está observando o que diz a Torah, que manda seus seguidores se recolherem em orações, meditação e jejum no período que vai do final da tarde de sexta ao final da tarde do sábado.
Até aí tudo bem, mas Madonna comprou uma briga com os católicos ultra-conservadores irlandeses. É que um dos shows da "Re-Invention Tour" está marcado para o dia 29 de agosto, um domingo, no lendário Slane Castle a 30 Kms de Dublin. Ora, todo mundo sabe que domingo é o dia sagrado dos cristãos, católicos ou não, embora a maioria das pessoas não reserve esse dia para práticas religiosas.
Moradores próximo ao castelo já disseram que vão processar a cantora, caso ela insista em cometer, o que eles estão chamando de “essa insanidade”. Eles querem impedir o concerto, que já tem mais da metade dos ingressos vendidos, por temerem reações violentas por parte dos católicos conservadores. O pároco local, Joe Deegan, disse à BBC Radio que, “a decisão de Madonna de se apresentar em um domingo num País de maioria católica é inconseqüente e insensível”. Se o show da Irlanda realmente acontecer, ela será a primeira popstar a se apresentar para uma platéia, estimada em mais de 80 mil pessoas, num domingo, desde que Bob Dylan se apresentou no mesmo local, também num domingo, em 1984.
Na época, o show de Dylan terminou em tumulto e quebra-quebra, provocados por católicos enfurecidos com a presença do roqueiro americano e de seus fãs embriagados por centenas de litros de Guiness. Depois disso, as apresentações no local, ficaram suspensas por vários anos, até serem retomadas no início dos anos 90 pelos extintos Guns And Roses. Slane Castle quebrou seu recorde de público no reveillon de 1999 para 2000, quando o U2 levou para o local, mais de 100 mil pessoas que foram saudar a chegada do novo milênio. A foto aí em baixo foi tirada durante o show.

O dono do Slane Castle, Lord Henry Mount Charles, disse ontem à BBC, que 29 de agosto era a única data em que Madonna poderia encaixar uma performance na Irlanda e, que ela não estava fazendo isso para afrontar ninguém. A mesma coisa, disse a assessora de imprensa da cantora Liz Rosemberg à revista New Yorker que saiu domingo.
Como sempre, tudo que Madonna faz vira polêmica, até mesmo um simples show. Se é que algum show dessa moça seja algo simples.
Bem, essa história me faz lembrar que o Brasil é um País de maioria católica, mas aqui, absolutamente ninguém, iria se opor a um concerto de Madonna, ou de quem quer que seja, num domingão. Seria um programaço! Pena que dessa vez a Material Girl da música pop deixou o Brasil de fora de sua rota internacional de shows.
Para quem quiser conferir a história desse castelo, que foi inaugurado em 1701, é só clicar aqui!
Escrito por Nivaldo às 07h53
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Felina e quarentona
Ela aniversariou ontem, em pleno domingo de Páscoa. A Pantera Cor de Rosa completou quarenta anos de vida e muito sucesso. No começo tudo era apenas uma brincadeira para ilustrar um raro diamante disputado por bandidos internacionais. O cineasta Blake Edwards pediu à dupla de desenhistas Friz Frelang e David De Patie que trabalhasse a abertura do filme "A Pantera Cor de Rosa", mesmo título do tal diamante cobiçado pelos bandidos e pelo moçinho Peter Sellers, interpretando o inspetor Clouseau, o personagem principal da trama.
Em 11 de abril de 1964, os dois ilustradores transformaram a estranha pedra preciosa em um felino rosado, como o nome sugeria. Nascia, então, a pantera que conhecemos até hoje. A animação de abertura do filme, durava apenas alguns minutos e mostrava aquela pantera esbelta, escapando o tempo todo do ataque do não menos hilário inspetor. Logo ganhou notoriedade, roubou a cena, ganhou um Oscar e a capa da revista americana Time duas semanas após seu lançamento. Isso é o que se poderia chamar hoje de "instant celebrity".

É desnecessério dizer que, o sucesso do filme foi enorme e que a pantera foi alçada ao status de ícone internacional. A primeira aventura foi um marco no gênero comédia e gerou uma sequência de mais quatro. Mas não se comparou ao desenho criado por Frelang e De Patie, que ganhou vida própria, virou cult e transformou-se numa poderosa marca de licenciamento. O desenho da Pantera Cor de Rosa ganhou o mundo e encantou adultos e crianças com suas aventuras surreais e psicodélicas nos anos 60 e 70. Outro ícone que surgiu junto com a pantera foi seu tema. A bela música, composta por Henry Mancine tocava na abertura da série e inspirava a criançada a andar imitando a felina. A pantera era, talvez, a única coisa cor de rosa naquele cenário de chumbo da época.
Para marcar os 40 anos dessa heroína pink, os correios dos Estados Unidos lançam amanhã um selo comemorativo. Julie Andrews, Quincy Jones e Michael Feinstein fazem um concerto no Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, para homenagear Henry Mancini e o belo tema da Pantera.
Aínda durante este mês, os estúdios MGM lançam um DVD especial, roupas, artigos esportivos e mais de 200 produtos com a imagem da "Pink Panther" além do lançamento até dezembro do novo filme do Inspetor Clouseau, com Steve Martin e a participação do craque David Beckham. Quem é assinante do canal MGM, no dia 25 de abril, a partir do meio-dia, vai poder assistir toda a série com os cinco filmes que deram origem ao desenho animado.
E tem mais: desde o último dia 5, o canal pago Boomerang está exibindo os clássicos desenhos da Pantera Cor de rosa, aqueles mesmos que eram exibidos na TV aberta nos anos 70, no horário noturno antes das novelas. Todos os desenhos, a partir de 1965 a 1979, podem ser vistos em três horários diferentes: meio-dia, 20h e 04 da manhã.
Lembrar ou festejar essa data é, antes de mais nada, entrar num período que, por mais complicado que tenha sido em matéria de civismo, foi um dos mais lúdicos, agitados e efervescentes, culturalmente falando. Foi a época que lançou no mundo as cores que hoje pintam todos os movimentos e ritmos.
Os desenhos que ilustram esse post estão no site oficial brasileiro dedicado à Pantera que pode ser visitado a partir daqui. E o desenho do cartaz é uma cópia do original da época em que o filme foi lançado no Brasil.
Escrito por Nivaldo às 13h32
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Viva!!! Ele Está de Volta
Finalmente vai sair o tão aguardado novo cd do Morrisey. "You Are The Quarry" chega às lojas no dia 17 de maio mas, já está causando histeria entre os seguidores do ex-líder dos Smiths. Não é pra menos, o último cd de Morrisey, "Maladjusted", saiu em 1997. O novo single do novo disco já toca nas rádios inglesas e americanas, chama-se "Irish Blood, English Heart" e pode ser conferido nas programações da Virgin Radio e BBC Radio 6 (tem link aí do lado).
A faixa que abre o cd é "America Is Not The World", uma espécie de homenagem de Morrisey ao País que escolheu viver no exílio pop inglês. Na edição on line do jornal Inglês New Musical Express, foi publicada a letra da canção que diz: "a land of oportunity in a just and truth way/ and where the president is not black, female or gay" (uma terra de oportunidades única e verdadeira/ e onde o presidente não é negro, mulher ou gay). Gente, Big Mouth Strikes Again, ou como queiram: o bocão ataca novamente!
Nos asnos 80, os discos dos Smiths eram aguardados com ansiedade pelos fãs. Não havia internet e nem a facilidade de se adiquirir discos importados, como hoje. O jeito era esperar pela boa vontade da gravadora de colocar os "vinís" à venda por aquí. Demoravam meses, até chegar um disco que já havia sido lançado ne Europa. Agora é tudo mais rápido, a demora mesmo só existe, porque o temperamental Morrisey, não costuma lançar discos em série, o que justifica a expectativa em torno de "You Are The Quarry".

Os Smiths de Morrisey, estão entre as 15 bandas que mudaram o mundo, dentre as 50 da lista publicada pela revista inglesa "Q", em sua última edição. Os críticos da revista afirmam que antes dos Smiths, a música Pop era artificial e de plástico. E um milhão de jovens se trancavam no quarto para chorar. Depois dos Smiths, veio o renascimento da música de guitarras e, um milhão de jovens se trancavam no quarto para chorar ouvindo Morrisey e seus companheiros de Manchester.
A capa do New Musical Express, que circula na Europa essa semana, estampa Morrisey e comemora em letras maiúsculas: "SIM, ELE FINALMENTE RESPONDEU NOSSO CHAMADO!". Aínda no semanário britânico, Morrisey falou sobre o novo disco e afirma que é o melhor trabalho de sua vida. "Eu cheguei um dia em casa à noite e botei o disco pra tocar. E me senti... fantástico", afirmou o cantor que morre de rir quando é mencionado que, ótimas bandas novas como o pop-punk dos Libertines e o pop-art de Franz Fedinand o declaram como uma grande influência. Realmente, ele está de volta...
Escrito por Nivaldo às 16h56
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